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Adega do Vinho
Um pouco mais sobre vinho Rosé

Dependendo do tipo de uva e do tempo de fermentação, os vinhos rosé podem variar de cor, indo desde a cor salmão até o rosa aproximando do cereja.

É interessante registrar que a cor do vinho vem das cascas das uvas, o que significa que podemos fazer vinho branco com uvas vermelhas, mas, não conseguiremos fazer vinho tinto com uvas brancas.

Mas e o rosé? Como é feito? 
Bom, existem algumas maneiras de produzir este tipo de vinho. A mais comum é conhecida como “prensagem direta”, que consiste em prensar levemente as uvas e retirar as cascas, antes do suco (ou mosto) ficar tinto. Assim, obtemos uma cor mais “desbotada”, digamos.

Outra forma é aproveitar o processo de “sangria”, que é usado quando se tem como objetivo obter um vinho tinto mais concentrado. Nesse método, tira-se parte do suco, sem que as uvas tenham sido prensadas e deixa-se uma quantidade menor fermentando. Esta parte que seria dispensada é transformada em vinho rosé.

E uma outra modalidade é chamada “blending” (um blend ou corte), que consiste na mistura de tinto com branco (Sim! É possível!). Na Europa, esta opção não é permitida, com exceção para os Champagnes. Porém, nos países do Novo Mundo, é uma prática bastante utilizada, para produzir rosés mais baratos.

Detalhe: é o enólogo que decide o momento de parar o processo, influenciando na concentração, cor e sabor do rosé.

As uvas mais usadas na fabricação do vinho rosé são: Cabernet Sauvignon, Chardonay, Grenache, Merlot e Pinot Noir.

Método de produção

A produção do vinho rosé é feita com uvas tintas e envolve Vinho Roseum misto dos processos de vinificação do tinto e do branco. Inicia-se utilizando o mesmo processo do vinho tinto. Cuida-se, apenas, para que a maceração não seja muito longa, estendendo-se até que se atinja a coloração desejada. As cascas são, então, retiradas do mosto. A partir daí, segue-se o ritual adotado para o vinho branco: o líquido vai para uma cuba de aço inoxidável, onde se obtém aromas frutados e frescos. Outro método de produção do vinho rosé envolve a mistura criteriosa de vinhos tintos e brancos, até atingir-se a coloração desejada.

Uvas mais usadas em rosés

Cabernet Sauvignon: É a mais nobre e a mais famosa uva tinta do mundo, dona de uma cor intensa e de um alto teor de tanino. Seu cultivo, que iniciou-se no século 18 em Bordeaux, na França, espalha-se hoje por diferentes continentes, encontrando condições adequadas em terras da Itália, , Espanha, Estados Unidos, Austrália, Brasil, Chile e Argentina.

Chardonnay: É a principal uva branca. Graças à facilidade de cultivo, resistência e produtividade, espalhou-se pelo mundo, sendo a base de vinhos brancos muito secos. É a uva do Chablis e produz vinhos excelentes na Borgonha, na França. É encontrada na Califórnia, Chile, Argentina e Brasil.

Grenache: Trata-se de uma bastante viajada, sendo encontrada em diversas partes do mundo. Tem origem no sul do Rhône. Na Espanha, adquiriu a alcunha de Granacha. Também é bastante cultivada na Califórnia e na Austrália.

Merlot: Também presente nos vinhos de Bordeuax nos últimos séculos, atualmente é produzida também em diferentes regiões do mundo: Califórnia, Chile, Austrália, Argentina e no Brasil.

Pinot Noir: Plantada na Borgonha, onde também serve de base para a produção de champanhes, tem sido cultivada em outras regiões, obtendo resultados inferiores aos da terra natal.

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