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OIV regulamenta formação curricular obrigatória para enólogos

Estabelecido um padrão internacional com os critérios obrigatórios mínimos para a formação de um enólogo. Os requisitos básicos para a formação superior em Enologia foram aprovados pela Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). A regulamentação foi debatida durante o 36o Congresso Mundial da entidade e aprovada durante a 11a Assembleia Geral da OIV realizados esta semana (2 a 7 de junho) em Bucareste, na Romênia. A proposta foi comemorada pela delegação brasileira, que defendeu o pleito apoiado pela Associação Brasileira de Enologia (ABE). “Agora foi estabelecido um padrão internacional com os critérios obrigatórios mínimos para a formação de um enólogo. Isso deixa claro que outras formações profissionais não habilitam de forma específica para atuar nesta função”, observa Kelly Lissandra Bruch. A especialista informa que o Curso Superior de Enologia do Instituto Federal de Bento Gonçalves atende a todos os critérios regulamentados pela OIV. O grupo trabalhou ainda na construção de 10 resoluções na área de enologia, seis de métodos de análise e duas de viticultura, todas aprovadas na Assembleia Geral. Outra informação importante é a de que novamente a OIV apoiará oficialmente à realização do 7º Concurso Internacional de Vinhos do Brasil, a ser realizado em 2014, em Bento Gonçalves, pela ABE. Kelly explica que este aval confere credibilidade, assegurando que as regras oficiais de degustação da OIV são aplicadas no concurso. “Significa que as premiações conferidas aos vinhos são reconhecidas internacionalmente e têm peso importante frente a outros concursos que não possuem este nível de apoio”, complementa a assessora do Ibravin. Como país integrante da OIV, o Brasil esteve representado nos eventos por uma comitiva composta pelo Coordenador Geral de Vinhos e Bebidas do Ministério de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Álvaro Antonio Nunes Viana, pela gerente geral do Laboratório de Enologia (Laren), Regina Vanderlinde, que desde março responde pela Secretaria Científica da Subcomissão de Métodos Analíticos da entidade internacional, e pela assessora jurídica do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), Kelly Lissandra Bruch, que desde 2009 representa o Brasil nas discussões na OIV como especialista de Direito e Economia. Novo comando na OIV O francês Jean Marie Aurand foi eleito como o próximo diretor-geral da Organização Internacional da Vinha e do Vinho (OIV). A eleição foi realizada hoje (7) durante a 11a Assembleia Geral da entidade. Aurand assume o posto em 1o de janeiro de 2014 por um período de cinco anos, substituindo o italiano Federico Castellucci. O próximo comandante da OIV ocupa atualmente o cargo de Secretário Geral do Ministério de Agricultura, Agroalimentos e Florestas da França. A candidatura de Aurand foi apoiada pelo Brasil. “Acreditamos que ele será um bom gestor para o setor da uva e do vinho em função da capacitação técnica que ele apresenta, mas também pelas boa relação que o Brasil tem com a França neste setor”, observa Kelly.

Foto:
Comitiva composta por Kelly Bruch, Alvaro Viana e Regina Vanderlinde.

Fonte: Ibravin




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