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A uva que deu origem ao vinho prosecco

 

Prosecco

Prosecco (em esloveno Prosek) é uma casta de uva branca da família da Vitis vinífera, originária da região do Veneto, Itália. Seu nome também identifica o vinho branco espumante em cuja produção é empregada.

Apenas duas regiões têm direito à denominação de origem controlada: as vilas de Valdobbiadene e Conegliano. Vinhos de outras partes do Veneto são classificados com indicação geográfica típica. podemos também mencionar o fato de que os espumantes identificados como prosecco de outros produtores fora da região delimitada, utilizam a uva glera, que é uma casta branca, antes também chamada de uva prosecco. A mudança de nome ocorreu porque os produtores da região de Valdobbiadene patentearam suas técnicas e métodos de produção, não permitindo assim que outras vinícolas fora das regiões demarcadas utilizassem o nome de prosecco.

O prosecco que conhecemos hoje, é um espumante. Sua cor é necessariamente amarela palha,o aroma é típico frutado e floral

um espumante consumido há mais de 100 anos na Itália, primeiro conhecido como frizzantin, que virou moda lá pelos anos 60, quando começou a ser servido em barzinhos que circundam a Praça de São Marcos, em Veneza. Às vezes é misturado com suco de morango, prosecco con fragola, tomado mais por mulheres.  

O Prosecco legítimo é produzido a partir de uma uva só, antiga (varietal) do mesmo nome, agora com o nome glera originária do Vêneto. 

GLERA - A uva do Espumante “Prosecco” de Valdobbiadene!



Os italianos passam a chamar de "Glera" a cepa (uva) Prosecco e reservam o termo "Prosecco" para o nome de uma vasta região produtora demarcada.
Em razão disso, esqueça quase tudo o que você aprendeu sobre o 'Prosecco' - o leve e gostoso espumante elaborado na região do Vêneto, no norte da Itália. Até agora, todos os livros e cursos sobre vinhos italianos ensinavam que "Prosecco" era tanto o nome do espumante quanto da uva usada exclusiva ou majoritariamente em sua elaboração.
Desde o dia 01 de Agosto de 2009, 'Prosecco' deixou de ser oficialmente o nome da cepa (uva) branca empregada neste espumante. A variedade, diz a nova legislação peninsular, passou a se chamar "Glera", nome com o qual a uva era conhecida na vizinha região do Friuli-Venezia Giulia, perto da fronteira com a Eslovênia.
As mudanças não param por aí... A região clássica, historicamente associada à produção do espumante, ao norte da cidade vêneta de Trevisa, entre as colinas de Conegliano e Valdobbiadene, foi promovida da condição de DOC (Denominazione di Origine Controllata), em que estava há exatos 40 anos, para a de DOCG (Denominazione di Origine Controllata e Garantita). Ao menos na letra fria da lei, as áreas que são DOCG deveriam produzir vinhos de maior qualidade do que uma DOC, embora essa definição seja realmente mais técnica do que prática. E tem mais!.. A vasta zona mais plana em que se produzia Prosecco dentro da categoria IGT (Indicazione Geográfica Típica), a que legalmente possui menos restrições e controles de qualidade, foi elevada à condição de DOC e estendida a ponto de incluir áreas do Friuli, distantes mais de 130 km da área vêneta historicamente associada ao Prosecco.
O aumento da área produtiva veio, obviamente, corrigir uma omissão do passado: os italianos agora nos ensinam que a uva Prosecco (ou seja, a Glera) é, na verdade, originária de uma localidade friulana, distante 10 km do centro da cidade de Trieste, chamamada Prosecco.
O novo cenário, bastante artificial, está criado e seu objetivo é claro: proibir o uso da palavra "Prosecco" nos rótulos de espumantes elaborados fora das zonas delimitadas de produção no Vêneto e no Friuli. Como era nome de uma uva, o termo Prosecco podia ser utilizado por produtores de qualquer parte do mundo no rótulo de espumantes feitos com essa variedade. Agora, numa canetada, Prosecco deixou de ser legalmente uma cepa vinífera e ganhou a condição de DOCG e de DOC, ou seja, Prosecco virou oficialmente a designação de uma denominacão de origem, de uma região produtora demarcada, um conceito protegido pela legislação europeia. Em suma, a estratégia é a mesma utilizada no início do século passado pelos franceses para garantir o uso exclusivo do nome "Champagne" nos espumantes produzidos na região das cidades de Reims e Épernay. A única diferença, é que a palavra "Champagne" sempre foi usada no passado (e no presente!) para evocar uma região, enquanto o vocábulo "Prosecco", consagrado como nome de uva, nunca foi empregado para evocar uma zona de produção.
Enfim, a nova regra (legal) está efetivada.

Fonte: Algumas informaçoes foram retiradas dos sites, wineconsultant.com.br, wikipédia 




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